Alckmin entrega UTI exclusiva para gestantes e puérperas

Alckmin entrega UTI exclusiva para gestantes e puérperas

Com investimentos de R$ 5,4 milhões do governo do Estado, ala no Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros terá oito leitos

         O governador Geraldo Alckmin entrega neste sábado, 10 de janeiro, Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulta do Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros, da zona leste da capital. O governo de São Paulo investiu R$ 5,4 milhões para a adequação do setor, aquisição de equipamentos e custeio da equipe operacional.

Composto por oito leitos, o novo setor será a maior UTI adulta destinada exclusivamente às gestantes e puérperas (mulheres que deram à luz recentemente) da região leste, além de tornar-se referência para atendimentos de alta complexidade relacionados a complicações no parto e gestação.

A UTI possui um elevador exclusivo para transporte de pacientes em tratamento intensivo e aparelhos como monitor multiparamétrico, que permite monitoramento ininterrupto de pacientes, ventilador pulmonar, leitos hospitalares com grades e demais recursos, além de contar com quatro bombas de infusão por leito.

Um dos oito leitos é de isolamento e poderá atender eventuais casos de infecção decorrente do parto. Toda a estrutura segue as normas estabelecidas em resolução federal.

Por meio de convênio, a Secretaria contratou 41 profissionais para operacionalização do setor. As equipes são compostas por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas, que atuarão em escalas de plantão.

Com a nova UTI, o hospital terá condições de prestar atendimento completo às gestantes e puérperas na própria unidade, sem necessidade de regulação para outros serviços de saúde.

O Hospital já dispõe de uma UTI neonatal com 14 leitos para atendimento aos recém-nascidos e prematuros e, com a UTI adulta, propiciará cuidados completos a mães e bebês.

Há 70 anos, o Leonor Mendes de Barros presta atendimento ambulatorial e hospitalar em todas as fases de vida da mulher, da puberdade ao climatério (final do período reprodutivo), e recebe pacientes de  médio e alto risco gestacional no pronto-atendimento. A maior parte da demanda está relacionada à gestação e ao parto, com média de cinco mil partos por ano. A unidade também é referência no atendimento às mães usuárias de crack que estão em tratamento pelo programa Recomeço.

“A nova ala permitirá melhores condições de atenção à gestante e ao parto. Iniciativas como esta asseguram maior segurança ao atendimento das grávidas e puérperas, e também ajudam a reduzir os índices de mortalidade materna”, afirma David Uip, secretário de Estado da Saúde de São Paulo.

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