Alckmin nomeia 32 médicos para o resgate estadual

Alckmin nomeia 32 médicos para o resgate estadual

Os profissionais irão atuar no GRAU (Grupo de Resgate e Atenção as Urgências e Emergências) nas bases da capital e interior paulista

O Governador Geraldo Alckmin nomeou 32 novos médicos para a área da Saúde. Os profissionais irão atuar no Grau (Grupo de Resgate e Atenção as Urgências e Emergências) nas bases da capital e do interior, sendo elas: São José do Rio Preto, Presidente Prudente e Ribeirão Preto.

O Grau é referência nacional e até mesmo internacional em resgate médico e atendimento a desastres. A “tropa de elite” da Secretaria esteve presente em tragédias históricas, como a explosão do Osasco Plaza Shopping (1996), queda do teto da Igreja Renascer, quedas das aeronaves da TAM (1996), Gol (2006) e a dos Mamonas Assassinas (1996), além das enchentes que atingiram Santa Catarina (2008), São Luiz do Paraitinga, no interior paulista (2010) e Alagoas (2010).

Os profissionais do Grau são especializados em catástrofes e atendimento a vítimas de acidentes e realizam aproximadamente 18 mil socorros médicos por ano. Na capital paulista as cinco bases terrestres do serviço ficam na Praça da Sé, Casa Verde, Cambuci, Butantã e Itaquera.

A equipe do Grau, que passa por diferentes e exaustivos treinamentos, como negociação em sequestros e balística, integra um sistema de resgate composto também pelo Corpo de Bombeiros e o Grupamento de Rádio e Patrulha Aérea da Polícia Militar.

Além de participar de ações áreas de resgate médico, por meio dos helicópteros Águias da Polícia Militar, o Grau também disponibiliza viaturas rápidas, com especialistas e equipamentos aptos à prestação de atendimento rápido para a vítima ainda em rua antes da chegada de uma ambulância.

O acionamento do Grau é feito pelo telefone 193, Central de Operações do Corpo de Bombeiros (Cobom), cabendo ao Médico Regulador do grupo, por meio de informações recebidas e após o despacho da viatura adequada, monitorar e orientar os profissionais no local além de indicar o melhor recurso hospitalar para cada tipo de atendimento.

Levantamento realizado pelo Grau mostra que 80% das cerca de 1.000 vítimas encaminhadas pelo serviço ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, na capital paulista, sobreviveram e tiveram altas.

Os novos servidores foram aprovados em concursos públicos promovidos pela Secretaria.

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