AME Tupã promove quiz e ações de prevenção da saúde dos rins

AME Tupã promove quiz e ações de prevenção da saúde dos rins

Nesta quinta-feira (12), no Dia Mundial do Rim, o Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Tupã, unidade estadual de saúde sob gestão da Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (Famesp), promove diversas ações de prevenção da doença renal crônica e conscientização quanto à saúde dos rins para pacientes e acompanhantes que estiverem passando por atendimentos.

Um dos momentos mais interativos com a população será o “Apertômetro da saúde”, um quiz em que os usuários participantes são questionados sobre ações de prevenção na saúde dos rins. Haverá pontuação para 10 questões, cada uma valendo um ponto. Quem souber a resposta bate a mão no botão que aciona uma luz e uma sirene dispara. Se a resposta estiver certa, o participante soma pontos. Se errar, o ponto vai para o outro competidor. Também haverá entrega de brindes.

“O objetivo é fazer com que todos saiam ganhando, por tomarem conhecimento de pequenas medidas que ajudam muito na saúde dos rins” explica Mariana Manginelli, gerente de enfermagem do AME Tupã.

Além do quiz, haverá distribuição de folders com dicas valiosas de práticas saudáveis que podem salvar os rins, um painel informativo sobre o tema e disponibilização de um bebedouro em local de grande fluxo de pessoas, com apoio da Sabesp de Tupã.

Sobre a Doença Renal Crônica

De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), estima-se que haja atualmente no mundo 850 milhões de pessoas com doença renal, decorrente de várias causas.

Ainda segundo a SBN, a Doença Renal Crônica (DRC) causa pelo menos 2,4 milhões de mortes por ano, com uma taxa crescente de mortalidade, e se caracteriza por lesão nos rins que se mantém por três meses ou mais, com diversas consequências, pois os rins têm muitas funções, dentre elas: regular a pressão arterial, filtrar o sangue, eliminar as toxinas do corpo, controlar a quantidade de sal e água do organismo, produzir hormônios que evitam a anemia e as doenças ósseas, entre outras. Em geral, nos estágios iniciais, a DRC é silenciosa, ou seja, não há sintomas ou são poucos e inespecíficos. Por isso, o diagnóstico pode ocorrer tardiamente, quando o funcionamento dos rins já está bastante comprometido, muitas vezes em estágio muito avançado, sendo necessário o tratamento de diálise ou transplante renal. Assim, são fundamentais a prevenção e o diagnóstico precoce da doença, com exames de baixo custo, como a creatinina no sangue e o exame de urina simples.

COMENTÁRIOS