Bom e barato: unidades do Bom Prato oferecem almoço especial de Páscoa

Bom e barato: unidades do Bom Prato oferecem almoço especial de Páscoa

As unidades do Bom Prato vão receber cardápios especiais em comemoração especial de Páscoa. O almoço será servido nos 57 restaurantes do projeto e está marcado para o dia 18 de abril. O valor da refeição não será alterado (R$ 1 e gratuita para crianças com até seis anos).

Mantendo a tradição da data, o destaque ficará por conta do peixe que será servido na maioria das unidades, além de chocolate e frutas como sobremesa. Os restaurantes estarão fechados na próxima sexta-feira (19).

Veja o cardápio especial de Páscoa nos restaurantes Bom Prato pela internet.

Rede

Desde o ano 2000, a rede de restaurantes oferece alimentação balanceada e de qualidade (almoço e café da manhã) com foco na população de baixa renda, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade social.

“Nosso desafio diário é proporcionar a melhoria da qualidade de vida da população do Estado. Nossa principal motivação é fazer com que todos fiquem satisfeitos com o atendimento e a alimentação de qualidade”, enfatiza a diretora da rede Bom Prato, Thêmis Kleiber.

No território paulista, o Bom Prato tem a coordenação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social. Diariamente, são servidas aproximadamente 89 mil refeições. Com 17 anos de atendimento, as equipes do programa já prepararam mais de 200 milhões de pratos, com investimento de mais de R$ 558 milhões.

Ao todo, são 53 unidades em funcionamento no Estado, com 22 restaurantes na capital, nove na Grande São Paulo, seis no litoral e 16 no interior. O almoço tem custo de R$ 1, com alimentação balanceada de 1.200 calorias.

A unidade Santo Amaro, por exemplo, serve 2.240 almoços por dia, o maior número entre as componentes da rede Bom Prato. A gerente Sônia Pakimoto demonstra satisfação ao participar da iniciativa. “Estamos sempre felizes por ajudar e escolhemos uma equipe que adora trabalhar. Quando se faz a refeição com amor, tudo dá certo e a população percebe isso”, diz.

“Convivemos com pessoas que se alimentam aqui há 17 anos. Trata-se, de fato, de um programa para educar e resgatar. Temos que servir o melhor que pudermos. Saio feliz e com o sentimento de dever cumprido”, completa Sônia Pakimoto.

“A alimentação tem elevado valor nutritivo e procuramos parcerias que buscam os melhores preços. A comida também é uma forma de acolhimento e socialização”, afirma Rita Dalmaso, coordenadora da Segurança Alimentar e Nutricional da Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado, pasta responsável pelo programa Bom Prato.

 

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