Educação é a chave para as crianças comerem melhor

Educação é a chave para as crianças comerem melhor

Qual criança não gosta de comer uma “besteira”? Refrigerantes, chocolates, biscoitos recheados e salgadinhos estão entre as guloseimas favoritas da criançada. Mas será que é tão difícil fazer os pequenos mudarem os hábitos alimentares e optarem por opções mais saudáveis?  A resposta é não e pode vir de dentro das escolas.

“A obesidade infantil é uma doença que causa problema sérios, como hipertensão, colesterol alto e diabetes. Por isso, é tão importante as crianças e adolescentes saberem fazer refeições saudáveis, e levarem esses hábitos para dentro de casa”, diz nutricionista Elisabete Almeida.

Por isso, é importante que as crianças sejam educadas, tanto dentro de casa quanto na sala de aula sobre a importância de uma alimentação equilibrada e gostosa. Gincanas, dinâmicas, montagem de pratos com alimentos em resina e jogos nos quais os alunos aprendem a “enxergar” a quantidade de gordura, sal e açúcar presentes em alimentos como salgadinho de pacote, refrigerantes, macarrão instantâneo e biscoitos, entre outros, são ferramentas para essa transformação.

“O trabalho de conscientização para uma vida mais saudável também é papel da Educação. Em pouco tempo, crianças e adolescentes podem incorporar os novos hábitos e levaram para a casa as dicas que receberam na escola”, diz Rosane Molina Carvalho, diretora de escola estadual.

Mas então está proibido a criança comer as guloseimas tão queridas? Não é bem assim, mas é bom não exagerar. Para evitar que a criança exagere nas guloseimas e não fique com fome nos intervalos e compense na próxima refeição, é importante seguir as dicas da nutricionista Lara Natacci. “Alimentos como doces e salgadinhos não são proibidos, mas não podem substituir os que são ricos em nutrientes e nem serem ingeridos em grande quantidade”, afirma ela.

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