Hospital de Transplantes realiza mutirão de conscientização contra gripe para funcionários e pacientes

Hospital de Transplantes realiza mutirão de conscientização contra gripe para funcionários e pacientes

Nesta sexta-feira (11), o Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo gerenciada em parceria com a SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina) realiza na capital paulista um mutirão de conscientização contra a gripe para pacientes e funcionários. Essa ação antecede o “Dia D” de vacinação contra a gripe no Estado.

O objetivo dessa ação é mostrar as formas simples e cotidianas de prevenção, estimulando que a população se vacine. As doses estão disponíveis em postos da rede pública de saúde por meio da campanha de imunização em andamento no país. Mais de 2 milhões de pessoas já foram vacinadas no Estado de São Paulo.

A partir das 9h do dia 11 de maio, o Hospital de Transplantes quer informar seus dois mil pacientes que passam pela unidade diariamente e os 1.400 colaboradores que trabalham no local sobre atitudes que reduzem o risco de transmitir o vírus respiratório, a importância da vacinação e a chamada “Etiqueta da Tosse”.

Os usuários contarão, além das orientações fornecidas por profissionais da saúde treinados, com televisões que transmitem as informações em formato ilustrativo, e banners expostos em salas de espera e áreas de grande circulação dentro dos ambulatórios e hospital.

É no outono e no inverno que a doença fica mais frequente, por conta da queda de temperatura. Ela pode aparecer de duas formas: Síndrome Gripal (a mais frequente), ou Síndrome Respiratória Aguda Grave – SRAG, um quadro com sinais e sintomas de maior gravidade e que leva à internação.

Conforme preconiza o Ministério da Saúde, somente casos de SRAG independentemente do tipo, são de notificação obrigatória no Brasil. Em 2018, até o momento, foram notificados 146 casos de SRAG no Estado de São Paulo atribuíveis ao vírus Influenza, causador de gripes, e 25 óbitos. Desse total, foram relacionados ao vírus A (H3N2) 19 casos e 3 óbitos. Em 2017, foram 1.021 casos e 200 óbitos, cerca de metade relacionados ao H3N2 – 562 casos e 99 mortes.

Segundo recomendação da OMS (Organização Mundial de Saúde), a vacina da campanha de 2018 irá prevenir a população alvo contra o vírus Influenza dos tipos A (H1N1), A (H3N2) e B.

“O Influenza é perigoso para idosos e bebês. Pedimos a todos que se dediquem a divulgar essa campanha importantíssima”, afirma Marcio França, Governador do Estado de São Paulo.

“É importante lembrar que a vacinação continua para os grupos que que tiveram a imunização iniciada nas etapas 1 e 2; portanto, tanto esses grupos quanto os novos públicos podem e devem comparecer aos postos”, afirma a diretora de Imunização da Secretaria, Helena Sato. “A vacina não provoca gripe em quem tomar a dose, já que é composta apenas de fragmentos do vírus que causam a devida proteção, mas são incapazes de causar a doença”, explica.

“A vacinação contra o vírus Influenza é fundamental para evitar complicações decorrentes da gripe, otites e sinusites”, afirma Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria. “É importante deixar claro que a vacina não provoca gripe em quem tomar a dose, já que é composta apenas de fragmentos do vírus que causam a devida proteção, mas são incapazes de causar a doença”, comenta.

O que é influenza e seus sintomas

– Febre de início súbito, Tosse, Dor de garganta, Dor de cabeça, Dor muscular ou nas articulações  – Caso apresente esses sintomas, procure uma unidade de saúde.

– Síndrome Gripal: Além dos sintomas acima, as crianças com menos de 2 anos de idade também podem apresentar tosse, coriza e obstrução nasal. Os sintomas costumam melhorar em uma semana. A febre (temperatura maior que 37,8°C) diminui de 2 a 3 dias do início da doença. A tosse, a fadiga e o mal-estar podem persistir por algumas semanas.

– Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG): Apresenta os mesmos sintomas da Síndrome Gripal, além de falta de ar e sinais de desconforto respiratório. Ela também pode ser caracterizada pela queda do oxigênio no sangue e da pressão arterial.

Quem deve se vacinar?

– Idosos com 60 anos ou mais

– Crianças a partir de 6 meses a menores de 5 anos de idade

– Gestantes

– Mulheres no período até 45 dias após o parto

– População indígena

– Portadores de doenças crônicas (diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal, deficiência imunológica, etc.)

– Pessoas com obesidade mórbida e também com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme

– Professores

COMENTÁRIOS