Metrô recebe campanha de conscientização de doenças renais

Metrô recebe campanha de conscientização de doenças renais

Em 2006, a Sociedade Internacional de Nefrologia (ISN) estipulou que toda a segunda quinta-feira do mês de março seria reservada para o Dia Mundial do Rim (DMR). Por isso, neste dia 12 (quinta-feira), o Metrô cederá espaços nas estações República, linha 3-Vermelha, e Ana Rosa, linhas 1-Azul e 2-Verde, para conscientizar os passageiros sobre o tema. A ação ocorrerá das 10h às 16h.

A campanha no Brasil é coordenada pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), que agirá através de orientação e da confecção de material educativo e informativo. O principal objetivo desta ação é estimular os cuidados com a saúde dos rins, para evitar principalmente a Doença Renal Crônica (DRC).

Com as frases “Ame seus rins, dose sua creatinina!” e “É exame de rotina? Peça a creatinina!”, a iniciativa busca também evidenciar a importância de se testar para essa substância, que em níveis altos pode indicar doença renal.

Prevenção

Os rins são órgãos extremamente importantes no corpo humano e precisam ser preservados para que a qualidade de vida e saúde dos pacientes sejam mantidas.

A doença renal crônica é caracterizada pela perda progressiva e irreversível das funções renais. “Sem um diagnóstico preciso e consequentemente sem tratamento adequado, a maioria dos pacientes evoluem para estágio terminal da doença renal, culminando na necessidade da utilização de métodos de substituição das funções dos rins (diálise e transplante de rim) para manutenção da vida”, explica o médico nefrologista Diogo Medeiros.

Para prevenir o surgimento das pedras, deve-se aumentar a ingestão de água e diminuir o consumo de sal, carnes e frituras. Isso porque a perda de líquido corporal causada pelo suor e os excessos na alimentação influenciam na quantidade de impurezas que os rins precisam filtrar. O risco de pedras é maior em indivíduos com familiares que já tiveram a doença. Mais de 10% dos homens e 7% das mulheres podem ter pedras nos rins ao longo da vida.

“Com a falta de hidratação necessária, a urina sofre um aumento na concentração de substâncias como cálcio, oxalato e ácido úrico, que podem formar os cálculos renais”, afirma o urologista responsável pelo ambulatório de litíase (cálculos nos rins) do Hospital do Homem, Fábio Vicentini.

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