Programa estadual de Aids comemora 30 anos

Programa estadual de Aids comemora 30 anos

Evento vai discutir perspectivas da doença; Prêmio Brenda Lee será entregue à personalidades que se destacaram na luta contra o HIV

 

Em comemoração aos 30 anos do Programa Estadual de Aids de São Paulo, a Secretaria de Estado da Saúde realiza o evento Programa Estadual DST/AIDS-SP: 30 anos de respostas positHIVas, em 29, 30 e 31 de outubro, no Centro de Convenções Rebouças.  Durante três dias, palestrantes nacionais e internacionais debaterão os principais temas que envolvem a epidemia de AIDS no momento e as perspectivas para o futuro.

Participarão do encontro gestores e profissionais de diversas áreas que atuam no campo das DST/AIDS no Estado de São Paulo, além de representantes da sociedade civil organizada e de convidados de outras unidades federadas.

Durante o evento, em 31 de outubro, às 18h, será entregue o Prêmio Brenda Lee, uma homenagem às pessoas que se destacaram no enfrentamento do HIV/AIDS em todo o Brasil. Nesta quarta edição, são sete categorias que premiam profissionais de saúde, ONGs e membros da sociedade.

Mais informações, programação completa e inscrições estão disponíveis no www.crt.saude.sp.gov.br

 

Programa

Reconhecido internacionalmente por sua política pública para portadores de HIV/aids, o sucesso do programa paulista pode ser atribuído a uma série de mudanças sociais e políticas na década de 80 como a redemocratização do país e a construção do SUS, à participação da sociedade civil, à mobilização de diversos setores, ao equilíbrio entre prevenção e tratamento e à promoção sistemática dos direitos humanos em todas as estratégias e ações.

Os primeiros casos da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids) no Brasil surgiram no início da década de 80, em São Paulo. Neste contexto, para dar conta da urgência em termos de saúde pública foi criado em 1983, o Programa Estadual de DST/Aids (PE-DST/Aids), com quatro objetivos básicos: Vigilância epidemiológica, esclarecimento à população para evitar o pânico e discriminação dos grupos considerados vulneráveis na época, garantia de atendimento aos casos verificados e orientação aos profissionais de saúde.

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