SP abre licitação para construção de AME em Avaré

SP abre licitação para construção de AME em Avaré

Investimento do governo do Estado para construção da unidade é de R$ 28 milhões, por meio do programa Saúde em Ação

O governo do Estado de São Paulo abriu licitação referente à construção do novo Ambulatório Médico de Especialidades (AME) da cidade de Avaré.

O investimento é de aproximadamente R$ 28 milhões, incluindo recursos destinados à estrutura e à compra de equipamentos. Com mais de 3.500 m² de área, o serviço oferecerá à população local consultas de atendimento especializado, exames de diagnóstico como radiografia e raio-X e cirurgias ambulatoriais.

A obra é uma iniciativa do programa Saúde em Ação, parceria do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) com a Secretaria de Estado da Saúde. Após a publicação do documento, ocorrida na última quinta-feira, 25 de maio, as empresas interessadas podem enviar as suas propostas em até 45 dias. O início da construção da unidade está previsto para setembro deste ano.

Além do AME Avaré, outros equipamentos serão construídos ou reformados na região do Vale do Jurumirim, por meio do programa. No total, serão R$ 92 milhões, investidos na construção de 16 Unidades Básicas de Saúde, um Centro de Atendimento Psicossocial e uma nova sede do Departamento Regional de Saúde, em Bauru. Também serão reformadas sete UBS, nas cidades de Avaré, Arandu, Águas de Santa Bárbara, Tejupá, Itaí, Taquarituba e Barão de Antonina.

“O AME Avaré será importante referência no Vale do Jurumirim. Será uma unidade com cirurgias ambulatoriais e diagnósticos imediatos, além de estar conjugada a um ambulatório de crônicos para segmento nos tratamentos em gestação de auto risco, hipertensão e diabetes”, explica Ricardo Tardelli, coordenador do Saúde em Ação.

O programa conta com um investimento total de R$ 820 milhões para mais de 160 construções e reformas de UBS, Caps, AMEs e DRS nas regiões do Litoral Norte, Vales do Ribeira e do Jurumirim, Itapeva/Sorocaba e Região Metropolitana de Campinas. Elas foram escolhidas pela Secretaria após um estudo que analisou as necessidades regionais e o perfil epidemiológico de cada uma. Do total a ser investido, 70% são provenientes do BID e 30% são de recursos do tesouro do Estado.

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