Vacina contra o sarampo é contraindicada para mulheres grávidas

Vacina contra o sarampo é contraindicada para mulheres grávidas

Durante a gestação, as mulheres devem seguir alguns cuidados necessários, entre eles, manter o cartão de vacinação em dia. A mãe passa anticorpos para o feto através da placenta. Depois do nascimento, as substâncias permanecem circulando no sangue do bebê.  

É importante ressaltar que existem vacinas que precisam ser evitadas e outras que devem ser tomadas antes, durante e depois da gravidez. No período da gestação, a vacina contra o sarampo é uma das que devem ser evitadas, já que, apesar de atenuado, a produção é feita com o vírus do sarampo vivoNesta fase, a tendência é diminuir a imunidade da mulherdeixando o sistema imunológico mais vulnerável e, por isso, a vacina pode desenvolver a doença ou complicações. 

A recomendação do Ministério da Saúde é que a mulher tome todas as doses da vacina até um mês antes de engravidar, além de seguir a rotina prevista no Calendário Nacional de Vacinação atualizada. A mulher que não tomou a vacina contra o sarampo antes da gravidez, deve adiar para o puerpério.  

Medidas de prevenção de doenças de transmissão respiratórias 

Cobrir a boca ao tossir ou espirrar;  

Uso de lenços descartáveis e higiene das mãos com água e sabão e/ou álcool em gel; 

Limpeza regular de superfícies; 

Isolamento domiciliar voluntário em casa, após o atendimento médico;  

Medidas de distanciamento social em locais de atendimento de suspeitas de síndrome exantemática;  

Evitar locais com aglomerações de pessoas;  

Se a grávida contrair o vírus do sarampo, o tratamento deve ser acompanhado pelo médico obstetra, que avaliará o melhor método de tratar os sintomas sem comprometer a saúde do bebê e o andamento da gestação. 

Campanha de vacinação contra o sarampo para bebês

O Estado de São Paulo segue vacinando contra sarampo bebês com idade entre 6 meses a menores de 12 meses, conforme recomendado pelo Ministério da Saúde. A faixa etária é considerada mais vulnerável a casos graves e óbitos, e representa cerca de 13% do total de casos registrados em SP. A vacina tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba. Saiba mais aqui.

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